Onde entra o storytelling no meu trabalho?

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Onde entra o storytelling no meu trabalho?

Chegadas e partidas GNT

Storytelling é o termo em inglês empregado para tratar da contação de histórias. Assume diferentes perspectivas, como por exemplo a animação de plateias infantis narrando contos e histórias – ou porque eles não sabem ler, ou porque não vêem interesse na leitura, servindo como recurso para chamar atenção das crianças e inseri-las no mundo literário. No universo organizacional, a lógica é a mesma: públicos de relacionamento dispersos no meio de tanta informação circulante podem ser “fisgados” para ver nossos conteúdos se utilizarmos formatos diferentes, fora do padrão da comunicação corporativa.

Em geral, a comunicação nas organizações é muito influenciada por duas linguagens – pelo “lead” do jornalismo (a objetividade total expressa em quem fez o que, onde, quando…) e pela sedução da publicidade (com a proposição de mundos fantasiosos e ideias de convívio, e é claro de compra de alguma coisa). Tenho estudado isto há quatro anos e posso dizer que nenhuma delas é mais suficiente. Quando se fala em “obesidade da informação” é isto: muita coisa ao mesmo tempo, sem pé na realidade e sem aprofundamento. Vários autores mencionam que este panorama é típico para o anestesiamento de sentidos – quer dizer, chega uma hora em que nada mais nos impacta. E isto é absolutamente perigoso para comunicadores, não?!

Uma das formas de compreender como opera a criação e disponibilização de materiais com storytelling é observar dois campos de expressão exemplares neste ramo (e depois, buscar características que possam ser aplicadas para organizações): o cinema e a televisão. Roteiristas são contadores de histórias primorosos. Vejo que, nos mundos mencionados, têm ganho espaço aqueles com narrativas da experiência – ou seja, relatos de vida de pessoas. Pra entender melhor, deixo alguns exemplos abaixo:

http://youtu.be/rTlxHXXBDfA

E então, você imagina como este formato pode entrar no seu trabalho? Tem algum exemplo ou pergunta pra gente conversar aqui?

Rodrigo Cogo
Rodrigo Cogo
Profissional de Relações Públicas, em atuação na Aberje, mestre em Ciências da Comunicação e especialista em Gestão Estratégica da Comunicação Organizacional, ambos pela Escola de Comunicações e Artes da USP.
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