Programe ou seja programado

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Programe ou seja programado

“Quando os seres humanos adquiriram a linguagem, não aprendemos apenas a ouvir, nós aprendemos a falar. Quando os seres humanos adquiriram o texto, não aprendemos apenas a ler mas também a escrever. E, agora, que adquirimos o computador, nós deveríamos aprender não apenas como usá-lo mas também como programar.”

As palavras acima foram ditas por Douglas Rushkoff, autor do livro “Program or Be Programmed“, e descrevem uma questão importante para refletirmos, especialmente como relações públicas e comunicadores:

Quem programa e constrói os sistemas sobre os quais executamos as tarefas do nosso dia-a-dia acaba definindo a realidade sobre a qual vivemos.

Talvez nem todos ainda considerem a programação uma habilidade tão necessária como eu considero para desenvolver o meu próprio negócio, mas parece que algumas coisas estão mudando. Recentemente, li em um artigo que na agência americana de publicidade R/GA todos são programadores.

Segundo o chefe de tecnologia da agência, John Mayo-Smith, na R/GA, de redatores a diretores, todos contribuem para desenvolver o código, e isso já ajudou a criar produtos inovadores para a Nike e diversos outros clientes.

Olhando para o lado do empreendedorismo, imagine o que a habilidade de programar pode representar para diversas áreas. O que pode fazer um antropólogo, um sociólogo, um físico? O que pode fazer um linguista, um historiador, um geógrafo?

E você, o que faria como relações públicas ao poder programar?

Programe ou seja programado

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