Cinco fatos incríveis (e inspiradores) que vi no filme “Um Senhor Estagiário”

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Cinco fatos incríveis (e inspiradores) que vi no filme “Um Senhor Estagiário”

Imagine um filme que aborda empreendedorismo, comunicação organizacional, relacionamento, liderança e tecnologia. Tudo isso de um jeito cômico, romântico e emocionante. Não consegue imaginar? Então basta assistir “Um Senhor Estagiário” e de quebra aproveite cenários lindos de uma empresa dos sonhos e de uma cidade incrível.

Grande parte do filme se passa dentro da empresa de e-commerce “SobMedida”, uma organização legítima do século XXI: formada por pessoas jovens, descoladas e super conectadas. Nela, acontece um projeto ousado de estagiários sêniors, que é uma ideia brilhante e desafiadora ao mesmo tempo.

A partir desse projeto, quatro novos estagiários aposentados começam a fazer parte da equipe, o que dá início a um incrível encontro de gerações. De um lado se destaca Ben Whittaker (Robert De Niro), que apesar de ter 70 anos, da o exemplo de que com persistência e proatividade sempre se pode fazer a diferença, mesmo em meio àqueles que são 50 anos mais jovens.

Do outro lado, está a executiva jovem e atarefada Jules Ostin (Anne Hathaway) que comanda a “SobMedida”,  cujos resultados previstos pra cinco anos foram alcançados em apenas dezoito meses fato que, consequentemente, aumentou o número de funcionários de 25 para 220 pessoas nesse mesmo período.  Muitas aventuras engraçadas e inusitadas acontecem entre esses e outros personagens, as que me levaram a destacar cinco fatos que, na minha opinião, são extremamente relevantes para os profissionais de comunicação:

1) A verdadeira liderança.


Espero que assim como no filme, possamos ter nas organizações mais líderes como Jules, CEO que trata com respeito todos os colaboradores, os elogia, não tem medo de pedir desculpas e busca ser o exemplo para a equipe. Essa é a verdadeira comunicação interna, que motiva e retém funcionários.

2) Aproximação com o público final = decisões assertivas.

Jules mostra que mesmo sendo a fundadora e CEO da empresa, não há nada melhor do que participar efetivamente dos processos da organização, entendendo na prática como tudo acontece. E ela faz isso para que? Para viver a experiência de aproximação real com o púbico, falar pessoalmente com ele e ver os detalhes que podem ser melhorados. Acredite, em um dos momentos ela vai pessoalmente explicar como deve ser feita a embalagem correta do produto. Ela mesma organiza e fecha o pacote. Isso sim é preocupação com a experiência de compra do cliente.

3) Comunicação horizontalizada.

Uma empresa horizontal, definitivamente. Todos trabalham no mesmo andar, ninguém tem seu próprio escritório, nem mesmo a fundadora, e o mais importante: o mais relevante para a empresa é a comunicação e o trabalho em equipe. IN-CRÍ-VEL, não é?! Espero que este seja um sinal de que a cada dia mais e mais empresas irão valorizar a comunicação horizontal, onde todos têm voz na organização.

4) Menos mimimi e mais ação.

Precisamos seguir o exemplo do estagiário Ben. Ele é um homem aposentado de 70 anos que poderia ter ficado em casa reclamando de sua vida sem graça. Mas não, ele resolveu mudar! Ele não desistiu nem mesmo nos primeiros dias difíceis na empresa, quando se sentia um “peixe fora d’agua”. Ele seguiu em frente e disse pra ele mesmo “vamos fazer acontecer”. E assim, ele fez a diferença.

5) Mais empatia, por favor!

O filme não me mostrou jovens bobos que não sabem conversar pessoalmente. Eu vi uma nova geração que me deixa com orgulho de fazer parte dela. São jovens inteligentes, antenados e conectados sim, mas que se colocam no lugar do outros e os ajudam em suas dificuldades. Eles vivem bem em meio a diversidade, respeitam os demais e são empáticos, pois se colocam no lugar dos outros e isso é incrível. Tudo isso me faz ter esperança em pessoas melhores, organizações mais humanas e, consequentemente, em um mundo mais feliz.

Enfim, vocês devem ter percebido o quando eu adorei este filme e o quanto ele me inspirou e me deu esperanças de encontrar mais pessoas na vida real como Jules Ostin e Ben Whittaker.

Espero que assistam. Depois podem contar aqui o que acharam! ☺


Franciele Valim da Silva, 22 anos, estudante do sétimo semestre do curso de Relações  Públicas da Universidade de Caxias do Sul. Assistente de comunicação na empresa  Prataviera Shopping.

@fvalimsilva | fvalimsilva@gmail.com | http://fvalimsilva.wix.com/portfolio


Redação TMPRP
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