#Share2017BH: a empatia como ponto de partida para as estratégias de comunicação

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#Share2017BH: a empatia como ponto de partida para as estratégias de comunicação

Share 2017 BH

No último sábado, 07/10, o Share Talks desembarcou pela terceira vez em Belo Horizonte (MG) com o objetivo de reunir grandes referências em comunicação digital para compartilharem suas experiências.

Segundo Rafael Martins, idealizador do evento, “BH é um mercado com a comunicação muito forte, com muitas agências legais, veículos, profissionais… um dos grandes mercados do Brasil. Então sempre quando a gente vem, geramos boas discussões aqui em Belo Horizonte”.

Daniel Gasparetti, Head Estratégia da Mutato, em sua apresentação, ressaltou que no mercado atual a mudança é a nova constante e que tudo está ao nosso alcance através do digital. Além disso, apontou que precisamos entender a fundo as necessidades e desejos dos nossos públicos.

Se colocar no lugar do outro para entender como a pessoa (cliente) se conecta a sua marca é um exercício de empatia – para construção de estratégias de comunicação. Nesse sentido, Larissa Magrisso, VP de Conteúdo da W3haus, apontou que devemos buscar as dores, exercitar o diálogo e perseguir a utilidade do conteúdo. “Comunicadores precisam ser facilitadores, isto é, trabalhar a empatia”, disse Larissa.

Diante de uma era em que a atenção dos consumidores está cada vez mais disputada pelas marcas, sai na frente as empresas que criam projetos que realmente fazem a diferença na vida das pessoas. Um das estratégias que tem funcionado bem para as marcas é utilizar influenciadores.

Carol Zaine, sócia-diretora da Vert, destacou que o “influenciador digital é aquele que se conecta com a sua estratégia e impacta diretamente seu público. Não existe um número que define o influenciador digital ideal”.

Mas o que o digital faz muda ou mata com os meios tradicionais de comunicação? Foi com essa provocação que Fernando Drudi, Diretor de Arte da Publicis, abriu sua fala e ressaltou que o profissional de comunicação resolve problemas de negócios quando cria um conteúdo que responde a desejos e necessidades do seu público e se adapta ao seu comportamento.

Se a função do conteúdo é provocar sensações, “o bom conteúdo é o que sai no timing do consumidor”, disse Renato Rogenski, Editor Chefe do Adnews.

Elisa Santilli, Estrategista de marca no Twitter Brasil, evidenciou que “o que importa é a força do conteúdo. Precisamos olhar para as marcas e proteger as pessoas. Twitter é sobre timing e contexto das pessoas”.

Para discutir sobre o passado, presente e futuro do mercado da comunicação em BH, Elis Amâncio, Gutenberg Almeida, Alexandre Estanislau, Bruno Lacerda e Thiago Miqueri falaram sobre a transformação do mercado local e que estamos vivemos mais uma virada tecnológica. “A  tecnologia vai ser uma ferramenta ainda mais poderosa e sai na frente quem estiver preparado”, disse Miqueri.

Comunicação é entender sobre pessoas e comportamentos. A dica é que devemos mudar sempre para continuar fazendo a mesma coisa, cada vez melhor. “Os analfabetos do século 21 não serão aqueles que não sabem ler e escrever, mas sim aqueles que não sabem aprender, desaprender e reaprender”, Alvin Toffler.

Lucas Taidson
Lucas Taidson
Relações Públicas em formação e Redator Web. Amo o que faço e dedicar-me a isso se torna mais fácil, proveitoso e até divertido.
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