Histórias são contadas para dar sentido às ações

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Histórias são contadas para dar sentido às ações

Em minha visão, ao se falar em storytelling organizacional está se trazendo à tona lógica de estruturação de pensamento e formato de organização e difusão de narrativa no ambiente de trabalho, por suportes impresso, audiovisual ou presencial, baseados nas experiências de vida próprias ou absorvidas de um interagente, derivando relatos envolventes e memoráveis. Isto não significa que não se possa trabalhar com histórias ficcionais.

Aliás, a Coca-Cola é uma marca que consegue transitar entre produções de narrativa da experiência e criações inventadas com desenvoltura. O mais importante seus estrategistas já descobriram: precisa atrair e abraçar os seus interlocutores com uma estrutura retórica interessante.

Coca-Cola: narrativa ficcional

Coca-Cola: narrativa da experiência

É preciso reconhecer, todavia, que a investigação sobre histórias em organizações, desdobrada em narrativas, histórias, relatos, contos, mitos, fantasias e sagas, é um tema ainda novo. As histórias que as pessoas contam sobre as relações sociais nas organizações precisam ser tratadas como narrativas que buscam construir sentido para as ações, tanto passadas como futuras, procurando plausibilidade para as experiências. Essa plausibilidade se refere a uma tentativa de transformar o inesperado em esperado, a busca da criação de uma trama, de uma seqüência socialmente aceitável das experiências vivenciadas na direção da produção de sentido.

Você já observou quais são as histórias que correm em sua organização, independente do esforço da área de comunicação em incentivá-las, sistematizá-las e divulgá-las?

ODIG
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