• Início
  • Autores
  • Expediente
No Result
View All Result
Blog RP
  • RP
  • Mercado
  • Cases
  • Empreendedorismo
  • Entrevistas
  • Opinião
  • Coberturas
  • Serviços
Blog RP
  • RP
  • Mercado
  • Cases
  • Empreendedorismo
  • Entrevistas
  • Opinião
  • Coberturas
  • Serviços
No Result
View All Result
Blog RP
No Result
View All Result
Home Opinião

Querer nem sempre é DIZER!

Pedro Prochno by Pedro Prochno
15 de dezembro de 2010
in Opinião
2
10
VIEWS
Compartilhe por WhatsAppCompartilhe no LinkedIn

Todos já passamos por uma situação onde precisamos recorrer ao “Mas não foi isto que eu quis dizer!“. Em comunicação as diferentes interpretações, quer sejam causadas por problemas no emissor, quer sejam no receptor, até mesmo na mensagem ou meio, são constantes. E é aí que está o maior desafio de todos os comunicadores: Se fazer entender de forma clara e objetiva com a menor dissonância possível entre receptores.

Quando estamos conversando com alguém ou até mesmo transmitindo uma mensagem falada (com ou sem imagem), a interpretação do texto, oscilações e pausas da voz e entonação nos ajudam a transmitir o conteúdo mais claramente o deixando mais fácil de entender. Pode-se, por exemplo, perceber com muito mais facilidade um sarcasmo.

Entretanto, quando precisamos transmitir uma mensagem por escrito, onde a margem para interpretações é infinita, precisamos ser ainda mais coesos e concisos. O momento em que a pessoa lê a mensagem faz toda a diferença. São inúmeras as variáveis que podem influenciar a sua interpretação, desde uma simples palavra que não caiu bem, até o humor que a pessoa estava no momento em que lia o texto.

É fato que toda a vez que lermos um texto vamos modificar algo nele. Eu faço isto toda vez que releio um post meu. Sempre encontro algo que podia ser mudado para melhorá-lo, mas se o fizesse, jamais publicaria algo aqui no relações. O grande problema, e nossa traição, está justamente quando não repassamos a mensagem de forma imparcial. É esta revisão crítica que nos faz perceber equívocos cometidos, ou mesmo de interpretação, que podem comprometer a mensagem.

As vezes escrevo muito com a emoção; outras, muito com a razão, mas sempre de acordo com algo que acredito, gosto ou não. Porém procuro, todas as vezes, revisar meus textos de forma crítica. Quando acho que não tenho condições para tal, sempre recorro para alguém disponível. Muitos de vocês inclusive já viram pedidos meus para revisão no twitter :-).

http://twitter.com/#!/prochno/statuses/27885641659

Revisar as mensagens que queremos transmitir não é vergonha como muitos pensam. Ter um texto modificado, quanto ao conteúdo, para deixá-lo mais claro, e nem sempre quanto à forma, pois cada um tem a sua, não deve ser motivo de desânimo. São estas revisões e construções conjuntas de uma mensagem que fazem o texto ficar melhor, que nos ajudam a minimizar interpretações dúbias, ou seja, são elas que nos ajudam a ter certeza de que chegamos o mais próximo possível do que queremos transmitir.

Para quem acompanhou o Twitter, ontem, sabe que este post surgiu a partir de um post onde uma colega comunicadora empregou, de maneira infeliz, uma palavra em lugar errado, o que acabou por causar perplexidade e chateação no meio das Relações Públicas. Isto dentro de um texto cuja reflexão é extremamente válida! Defender um ponto de vista que outras pessoas não concordam é legítimo, mas querer dizer algo que não foi dito, as vezes é imperdoável!

Tags: Relações Públicas
Previous Post

Vd. Jacareí e sua gastronomia

Next Post

Métricas do #DiadoRP

Pedro Prochno

Pedro Prochno

Top Voices do LinkedIn para Relações Públicas, adoro tudo que engloba esse mundo. Tenho um MBA pela FGV, sou mergulhador tech, chef de final de semana e amante de arte. Adoro fazer perguntas, viajar, conhecer novas culturas, pessoas e formas de se ver o mundo!

Next Post

Métricas do #DiadoRP

O que você faz do seu Natal?

Que 2011 cresça sobre 2010

Comments 2

  1. Maíra says:
    15 anos ago

    Pois é, Prochno…
    pode ser defeito ou não, mas sou mega paranóica com meus textos… reviso umas 800 vezes antes de publicar no blog! hehehhe

    Belo artigo!

    Beijos!

    Responder
  2. Alexandre Costa says:
    15 anos ago

    Pedro,
    Parabéns, mais uma vez, pelo texto.
    Realmente, as pessoas devem prestar atenção no momento em que escrevem. As palavras escritas se perpetuam. Em algum momento, alguém poderá reencontrá-las e trazer à tona uma discussão já passada.
    Abraços,
    @alexandre_amc

    Responder

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *





O Blog RP é uma iniciativa da
Todo Mundo Precisa de Um RP.

Principais Categorias

  • Cases
  • Clipping
  • Coberturas
  • Cursos
  • Destaques
  • Empreendedorismo
  • Entrevistas
  • Mercado
  • Opinião
  • RP
  • Serviços
  • Início
  • Autores
  • Expediente

© 2022 RP - Todo Mundo Precisa de um RP TodoMundoRP.

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In
No Result
View All Result
  • Destaques
  • Cases
  • RP
  • Clipping
  • Empreendedorismo
  • Cursos
  • Entrevistas
  • Mercado
  • Opinião

© 2022 RP - Todo Mundo Precisa de um RP TodoMundoRP.