• Início
  • Autores
  • Expediente
No Result
View All Result
Blog RP
  • RP
  • Mercado
  • Cases
  • Empreendedorismo
  • Entrevistas
  • Opinião
  • Coberturas
  • Serviços
Blog RP
  • RP
  • Mercado
  • Cases
  • Empreendedorismo
  • Entrevistas
  • Opinião
  • Coberturas
  • Serviços
No Result
View All Result
Blog RP
No Result
View All Result
Home Opinião

O nascimento de uma marca de vida curta

Pedro Prochno by Pedro Prochno
21 de junho de 2016
in Opinião
3
14
VIEWS
Compartilhe por WhatsAppCompartilhe no LinkedIn

O processo criativo para e chegar a uma nova marca é longo. Há muito o que se definir, pensar, planejar, criar, aprimorar até que este pequeno símbolo seja capaz de transmitir atributos, sentimentos, valores, emoções que reflitam tudo aquilo o que uma empresa quer ser. Ter uma boa marca é fundamental para uma organização pois ela é a “cara” e a “identidade” da mesma. Ela é quem sofre danos de imagem e reputação ou ganha credibilidade e valor.

Quando falamos então de uma marca que tem que ser atual daqui a alguns anos e que durará apenas alguns anos, tarefa difícil, principalmente quando ela precisa cativar uma população de mais de 6 BIlhões de pessoas, exato, o mundo todo!

Temos duas marcas que precisam atingir este objetivo e que duram apenas alguns anos: a marca da copa do mundo e a dos jogos olímpicos.

Ambas, sobre seus acontecimentos e terras brasileiras,  foram divulgadas em 2010 (mesmo sendo nos últimos segundos do mesmo). A primeira, ao meu ver, uma catástrofe. A Fifa convidou 25 agências brasileiras para o processo de criação e recebeu 125 propostas diferentes. Diante disto escalou um time de BELDADES nos quesitos comunicação, design e futebol para definir o vencedor. O time foi formado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, o designer Hans Donner, a modelo Gisele Bündchen, o escritor Paulo Coelho e a cantora Ivete Sangalo, além do presidente da CBF e do COB, Ricardo Teixeira, e do secretário-geral da FIFA, Jérôme Valcke. Nada contra cada um deles, bons nas áreas que atuam, mas para escolher este logo acho que não tem NADA a ver. O resultado…

Em minha opinião teríamos uma infinidade de outras coisas a abordar ou simbolizar que não a taça da copa, e outras cositas mas… Acho que nessa proposta aqui a África pisou na bola.

Já a segunda marca, dos jogos olímpicos, foi divulgada momentos antes da virada do ano, apresentada nos telões do Rio para o mundo todo. Na primeira vez que a ví achei uma marca aconchegante, harmoniosa, carinhosa. Ao mesmo tempo, tudo a ver com o Rio.

Foi então que chegando em casa vi um link da @daniellytavares que traz o logo e dois vídeos, um conceito e outro sobre o processo de criação da marca. Perceber ao longo do vídeo que o que foi pensado e planejado para o logo iam ao encontro do que senti/pensei quando o vi foi muito legal, principalmente por atestar que realmente o objetivo foi atingido. A agência que o criou foi a Tátil.

O exercício que fica é anotar ao lado, agora, aí em uma folha, o que você pensa e sente ao olhar o logo e só então ver o vídeo do fim do post. É um exercício interessante para entender como é complicado fazer o caminho inverso, ou seja, criar a marca a partir destes atributos e sentimentos. Nos resta esperar 2014 e 2016, respectivamente, torcendo primeiro para que nosso país esteja pronto para receber estes grandiosos eventos e principalmente visitantes do mundo inteiro!

[vimeo 18331485]

Em tempo, após a divulgação da marca e de algumas idas e vindas a Tátil foi acusada de plágio pela nova marca. A denuncia saiu em diversos veículos de comunicação, como a Exame. Pra mim um pouco de exagero DEMAIS a acusação. Até mesmo as concorrentes disseram à Folha que não acreditam que isto tenha ocorrido. Se for assim, qualquer símbolo com pessoas de mãos dadas será plágio, ou até mesmo não poderemos criar nada novo! :-S

Tags: BrandingCopa do Mundomarcas
Previous Post

Seu engajamento é apenas virtual?

Next Post

Jornalista tem limite?

Pedro Prochno

Pedro Prochno

Top Voices do LinkedIn para Relações Públicas, adoro tudo que engloba esse mundo. Tenho um MBA pela FGV, sou mergulhador tech, chef de final de semana e amante de arte. Adoro fazer perguntas, viajar, conhecer novas culturas, pessoas e formas de se ver o mundo!

Next Post

Jornalista tem limite?

blogrp.todomundorp.com.br

#ARPO e a nova forma de se relacionar com a Imprensa

Comments 3

  1. Pingback: Tweets that mention O nascimento de uma marca de vida curta « relações -- Topsy.com
  2. Dayane Azeredo says:
    15 anos ago

    Basear-se, ter como referência, seguir a mesma linha de idéia, não é plagio nem coincidência, é criação.
    Gostei muito da marca das Olimídas e compartilho da idéia que ela está condizente com a proposta do Rio e com o próprio evento em si. Parabéns aos criadores.
    Sobre a marca da Copa, sou honesta quando digo que não tenho opinião formada. Permeio em uma linha de amor e ódio por esta marca mas, de maneira geral, está muito aquém do que tinha imaginado.

    Abraços,
    Dayane Azeredo
    @DadyAzeredo

    Responder
  3. Dea Machado says:
    15 anos ago

    Só para acrescentar que uma marca precisa também ser BONITA. Definitivamente a da Copa parece que feita pela minha sobrinha de 10 anos…

    Responder

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *





O Blog RP é uma iniciativa da
Todo Mundo Precisa de Um RP.

Principais Categorias

  • Cases
  • Clipping
  • Coberturas
  • Cursos
  • Destaques
  • Empreendedorismo
  • Entrevistas
  • Mercado
  • Opinião
  • RP
  • Serviços
  • Início
  • Autores
  • Expediente

© 2022 RP - Todo Mundo Precisa de um RP TodoMundoRP.

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In
No Result
View All Result
  • Destaques
  • Cases
  • RP
  • Clipping
  • Empreendedorismo
  • Cursos
  • Entrevistas
  • Mercado
  • Opinião

© 2022 RP - Todo Mundo Precisa de um RP TodoMundoRP.